Há quem diga que devemos viver 1 dia de cada vez, eheheheheh, as últimas 3 vezes que pensei nisto (de forma consciente) estava prestes a cometer a 1ª loucura nocturna com uma rapariga, prestes a entrar nas ruas da embriaguez pela 1ª vez e hoje que vi um filme que se desenrola à volta da temática do cancro (para os curiosos o filme chama-se 50/50). E é mesmo sobre essa procura da felicidade que quero escrever, acho que podíamos ser uma espécie de 50/50 (feito a olho), misturar viver cada dia sentindo-se agraciado e pensar em algo a longo prazo, porque és feliz com o presente mas o futuro pode dar-te forma, o plano é a estrada e pode ser feita de paralelo ou do alcatrão mais suave, em certos casos até de terra batida, a felicidade do dia-a-dia são as paragens e desvios que tu fazes ao longo dessa estrada: nos motéis, cafés, restaurantes, bares, discotecas, todas as loucuras…
Porque se não concretizares aqueles momentos... aqueles que quase que se ajoelham para serem concretizados na altura podes aperceber-te, mais tarde, que desperdiças-te algo que não podes sequer comprar: tempo. Quando queres algo faz-te à estrada, age, quer queiras passar numa cadeira, dizer a alguém o quanto gostas dela, agarra a oportunidade, porque a sorte é, também, a conjugação de algo bom com o momento oportuno e cabe-te a ti agarrá-lo!
O mais tramado é que no comando do tempo não temos o botão retroceder, quanto muito temos o gravar…
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